Escolhas

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Adoro comer e sou uma pessoa preguiçosa. Combinação perigosa para a saúde e beleza do corpo, principalmente quando acompanhada de um estado depressivo que, no meu caso, me faz comer ainda mais por ansiedade (infelizmente não sou uma daquelas sortudas que perde a fome quando fica triste). Dá para entender porque meu peso subiu.

Nesse começo de caminho, percebi que terei de fazer escolhas melhores se quiser ter sucesso e alcançar a minha meta. Confesso que está complicado, mas estou tentando diminuir alguns vícios que podem comprometer os resultados. Um exemplo claro é: adoro Starbucks. Fiquei completamente viciada quando viajei pra fora e provei. Antes não existia por aqui, mas agora é quase uma epidemia (no meu bairro parece abrir uma a cada 5 quadras nos últimos meses…).

Ontem uma amiga veio me ver e – pronto! – acabamos em uma das unidades aconchegantes e cheirosas da rede de cafeterias. Fiquei ali na frente do balcão olhando, olhando, olhando. Tentando escolher algo mais light do que o meu tradicional Frappuccino de caramelo tamanho Venti, que deve ter perto de 600 calorias. Acabei tomando um Caramel Macchiato tamanho Tall com adoçante, aproveitando que o tempo estava mais fresquinho, e economizei 400 calorias.

Claro que o ideal seria evitar as misturas deliciosas de café, mas acho que não dá pra querer mudar tudo super rápido e drasticamente. Meu pensamento na hora de eleger o que comprar foi “o que posso tomar, que seja menos calórico, mas que tire minha vontade”?

Caramel Macchiato Starbucks

O duro é que não sou mais uma garota que curte baladas e as pessoas quando se encontram para conversar normalmente escolhem comer. Tomar café, almoçar, jantar. É um desafio para o bolso e, principalmente, para a conservação da boa forma física. Por que as pessoas não combinam de conversar andando no parque? (Bom, eu tenho uma amiga – somente UMA – que faz exatamente isso, mas ela é exceção à regra).

O segundo desafio é emagrecer sem ter um suporte financeiro legal. Fica bem mais fácil mudar quando você tem grana para pagar o pilates, o personal trainer, as massagens. Semana passada estava assistindo tevê e por acaso acabei passando por um canal a cabo que estava apresentando um reality de perda de peso no último capítulo. A moça que eu via no palco devia pesar menos do que eu agora (e pesava mesmo, depois descobri). Ela passou por um período de um ano que incluiu o treinamento e acompanhamento de um personal quase todos os dias e mudanças na alimentação sob a consultoria de uma nutricionista especializada. Pesava 160 quilos quando começou. A balança mostrou 67 quilos na pesagem final. Em um ano ela perdeu cerca de 90 quilos (NOVENTA!).

Como o ser humano trabalha muito melhor quando tem referências, foi automático pensar que eu precisava perder ‘somente’ 17 quilos. Ver aquilo me fez pensar que meu objetivo era possível e mais fácil do que havia pensado antes.

Como é preciso começar de alguma maneira (e ciente de que não tenho acesso àquela assessoria toda que a participante teve e que custa uma pequena fortuna), fazer minhas escolhas com mais cuidado é um passo importante.

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