Corrida de rua: Track&Field Run Series Shopping Cidade Jardim

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É uma sensação diferente participar de uma prova que nos faz correr em lugares onde normalmente só passamos de carro ou transporte público. Até um pouco emocionante, eu diria. Isso foi o que senti ao participar da Track&Field Run Series Shopping Cidade Jardim no domingo 17 de agosto, muito bem organizada pela LatinSports (que é responsável por todo o circuito da marca e também pelo IronMan Brasil). A retirada do kit aconteceu nos três dias anteriores ao evento na loja da Track&Field do mesmo shopping. Tudo muito tranquilo.

Fui acompanhada de um casal de amigos – Andréa, colega de colégio, e Marcel, o marido dela – o que me motivou a participar e, principalmente, a levantar da cama às 5h30 da manhã de um dia frio para chegar no local do evento com tempo para estacionar, retirar/ajustar o chip no tênis e estar à postos na largada no horário de início: 7h.

O dia estava nublado, mas não choveu durante a prova. Talvez não fosse o clima ideal para apreciar a paisagem da imponente ponte Octávio Frias de Oliveira ou ponte estaiada, conhecida pela arquitetura suspensa suportada por grandes cabos e grande estrela do percurso, mas certamente a temperatura amena era perfeita para o esforço que todos faríamos quando fosse dada a largada.

E foi duro. Eu, que já estava com meus treinos defasados por conta de férias que se estenderam além da conta, sofri muito nas subidas da ponte – que não parecem, mas são bastante íngremes quando se está a pé. Em alguns curtos momentos precisei caminhar porque minhas coxas simplesmente travavam com o esforço. Isso fez com que meu tempo para os 5K subisse bastante: 38’28” (na prova do Circuito Vênus em junho meu tempo foi de 35’05”).

O resultado me decepcionou, mas sei que a culpa por não ter ido melhor foi totalmente minha. Pouco treino, pouca experiência com subidas. Sinceramente, sabendo da minha falta de preparação, fiquei feliz por terminar a prova.

A vantagem de circuitos como os da TFRS é que é possível fazer a prova novamente nos anos seguintes e ter um comparativo efetivo do seu desempenho. A ideia agora é treinar bastante para, no ano que vem se eu puder, correr novamente a mesma etapa e verificar se consegui melhorar.

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10 benefícios do zinco que você deveria conhecer

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Ingerir a quantidade correta de zinco diariamente pode fazer uma grande diferença para sua saúde. Muita gente ouviu falar desse mineral por conta do seu poder de melhorar todo o sistema imunológico do organismo, mas os benefícios vão muito além disso. Pesquisadores já escreveram que “o zinco é tão crítico para a saúde humana que até mesmo uma pequena deficiência desse elemento pode ser um desastre”.

O zinco é tão importante porque faz parte de todos os tecidos do nosso corpo e está diretamente envolvido na divisão celular. É um poderoso antioxidante, ajudando a prevenir o câncer, mas também faz parte do funcionamento correto das funções endócrinas e da manutenção do nível ideal dos nossos hormônios.

A deficiência de zinco pode interferir na fertilidade de mulheres e homens e ser uma das causas da diminuição da libido. Sua falta também aumenta os efeitos do estresse no corpo e acelera o envelhecimento. Níveis adequados de zinco são necessários para quem faz atividades físicas, ajudando a manter a energia e melhorar a performance. Ele ainda afeta a síntese de proteínas e é necessário para a produção das células sanguíneas.

Fique atento para alguns dos sintomas da deficiência de zinco no organismo: alterações no paladar que podem fazer com que se sinta uma vontade anormal de ingerir alimentos salgados ou doces. Falta de energia, fadiga crônica, baixa imunidade, falta de foco e má memória são outros indicadores. Como muitos deles podem ser associados a outros problemas de saúde, muitas vezes é difícil relacionar a falta de zinco sem fazer exames de sangue.

Porque suplementar o zinco

#1 Melhora a força e a performance física –  o mineral tem papel fundamental na produção dos hormônios anabólicos do corpo. Pesquisas mostram que uma oferta ampla de zinco permite que o organismo libere maior quantidade dos três mais importantes hormônios relacionados a performance e ao desenvolvimento de força: testosterona, hormônio do crescimento (GH) e IGF-1 (insulin-like growth factor-1). Sem eles o corpo perde massa muscular e diminui o desenvolvimento de força, mesmo com seus esforços aumentando na academia.

#2 Ajuda na saúde reprodutiva e fertilidade masculina – as células da próstata precisam de altas concentrações de zinco (dez vezes mais do que as outras células do corpo) para que seu funcionamento seja ideal, o que requer altos níveis de testosterona. Baixos níveis do mineral podem comprometer a produção do hormônio, causando infertilidade e aumentando o risco de desenvolver câncer de próstata. Alguns pesquisadores já consideram a suplementação de zinco como um promissor tratamento anticâncer, indicando acompanhamento e ingestão de doses adequadas como uma das melhores ações preventivas à doença. Eles sugerem, inclusive, que seu uso pode prevenir outros tipos de câncer relacionados como de ovários, mama e do colo do reto.

#3 Ajuda na saúde reprodutiva e fertilidade feminina – nas mulheres, o zinco está diretamente relacionado ao processo de crescimento dos óvulos. Quando há deficiência do mineral os óvulos não se desenvolvem como deveriam e a ovulação fica comprometida, causando infertilidade. Níveis adequados de zinco permitem que o uso do estrogênio e da progesterona seja mais eficiente, ajudando na saúde reprodutiva como um todo e assegurando que o estrogênio cumpra o seu papel.

#4 Previne o câncer e aumenta a imunidade – Ananda Prasad, reconhecida pesquisadora na área de saúde (especificamente zinco), diz que somente ao assegurar que se está com os níveis adequados de zinco no organismo já ajuda na cura da maioria de problemas graves de saúde, especialmente câncer e doenças relacionadas ao mal funcionamento do sistema imune. Assim como no câncer de próstata, a falta de zinco tem papel importante no desenvolvimento da maioria dos cânceres por ser essencial para uma proliferação celular saudável.

#5 Melhora a saúde cardiovascular – Por ser vital para a saúde das células cardiovasculares e do endotélio (fina camada de células das artérias que têm papel fundamental na circulação sanguínea), a deficiência de zinco pode levar ao aumento do colesterol e dos processos inflamatórios – uma combinação que potencializa o risco de doenças coronárias.

#6 Aumenta a sensibilidade à insulina e previne o diabetes – o zinco é necessário para a maioria das funções hormonais do organismo, incluindo a que se refere à insulina. Ele faz com que a insulina seja adequadamente armazenada pelo pâncreas e liberada quando a glicose entra na corrente sanguínea. Ele melhora a saúde celular, fazendo com que uma série de enzimas necessárias na formação de insulina se combinem com as células o que possibilita a entrada da glicose e seu uso como combustível – a tão falada sensibilidade à insulina. Se a célula é resistente à insulina a glicose não penetra e continua na corrente sanguínea, aumentando as taxas de açúcar no sangue e consequentemente leva ao ganho de peso. Quando a concentração de zinco fica muito baixa há uma redução da secreção de insulina e da sensibilidade ao hormônio o que, quando acontece repetidamente, leva ao aparecimento do diabetes. Um estudo recente em uma escola infantil espanhola descobriu uma relação direta entre taxas baixas de zinco, maior índice de gordura corporal e resistência à insulina. As crianças que foram classificadas como tendo baixas concentrações de zinco tinham menos sensibilidade à insulina e altas taxas de açúcar no sangue, enquanto que as que tinham o zinco balanceado no  organismo possuíam números adequados.

#7 Oferece efeitos super antioxidantes – antioxidantes têm o propósito de eliminar radicais livres que causam danos às células do corpo ao se unirem a elas e neutralizá-las. O zinco é particularmente bom em conter o efeito nocivo de taxas muito altas de ferro. Ele também afeta radicais livres que causam inflamação  e é especialmente efetivo na desintoxicação do cérebro.

#8 Desintoxica o cérebro dos metais pesados e previne o Alzheimer – a progressão da degeneração neural e do mal de Alzheimer é acelerada pela presença de metais pesados que vão se acumulando no cérebro. O zinco remove de maneira eficiente essas toxinas do organismo evitando que se acumulem no tecido e causem dano. Além de ajudar na remoção dessas toxinas, o zinco ainda ajuda a manter as células do cérebro saudáveis.

#9 Melhora as funções cerebrais e trata os distúrbios de hiperatividade – o zinco tem papel fundamental na função neurotransmissora e ajuda a manter a estrutura e a saúde cerebral. É necessário no metabolismo da melatonina, que regula a dopamina. O zinco também é parte da enzima que processa os ácidos graxos na membrana cerebral. Isso é muito importante para ajudar na saúde do cérebro, certificando que seja sempre bem nutrida. Um estudo com ratos mostrou que ao ingerir um suplemento de zinco durante o período de gestação e lactação os recém-nascidos tinham melhor memória espacial e desenvolvimento cognitivo. Estudos também mostram que crianças com distúrbio de hiperatividade tendem a ter um nível de zinco mais baixo que o de crianças saudáveis.

#10 Eleva o bom humor e evita a depressão – a exata relação entre a deficiência de zinco e a depressão ainda é desconhecida, mas certamente está diretamente ligada ao papel do mineral na função neurotransmissora e na produção dos hormônios. A produção de dopamina, que é parcialmente regulada pelos níveis de zinco, é uma reação química que dá um gás na energia, no humor e no aprendizado orientado por recompensa. A baixa quantidade de hormônios como insulina e testosterona pode levar a problemas de saúde que aumentam os estados de depressão e baixa energia. Um novo estudo do Journal of Affective Disorders mostrou que a deficiência de zinco pode afetar mais as mulheres do que os homens nos casos de depressão. As mulheres do estudo que já usavam antidepressivos e tinham baixos índices de zinco tinham um risco cinco vezes maior de apresentar quadros de depressão do que as que não possuiam níveis baixos do mineral. Nas mulheres o estrogênio está envolvido na produção de serotonina – neurotransmissor que faz com que as pessoas se sintam bem – e a suplementação de zinco pode aumentar a densidade dos receptores de serotonina no cérebro.

Como testar o nível de zinco no seu corpo?

Antes de sair correndo para comprar suplementos de zinco, saiba que existe um limite diário para ingestão do mineral e que ingerir altas doses pode levar a quadros de toxidade que diminuem a imunidade e podem levar a infertilidade, assim como os baixos níveis de zinco. Os especialistas sugerem que se faça um exame de sangue pedido por um médico de sua confiança para depois suplementar o mineral. Uma vez que se tenha feito isso, os níveis de zinco devem subir e o exame deve ser refeito depois de seis meses para verificar se as quantidades ingeridas estão sendo as ideais.

Uma maneira mais simples de testar os níveis de zinco no corpo é um teste de paladar. Ele funciona porque paladar e olfato são dependentes de níveis adequados de zinco no organismo. Para fazer o teste coloque duas colheres de chá de zinco sulfato em pó em um copo de água e tome, segurando os goles na boca por alguns segundos antes de engolir. Se o gosto for somente de água você está com níveis de zinco bastante baixos. Se o gosto for levemente metálico, os níveis de zinco estão moderados. Se o gosto for muito ruim – fortemente metálico – os níveis do mineral provavelmente estão adequados. Esse teste, claro, é subjetivo e não é 100% válido, mas é uma boa maneira de começar.

[matéria original em inglês]

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