Eu Amo Correr: livro de relatos e dicas pra quem curte corrida

Leave a comment

Um livro que conta histórias de apaixonados por corrida. São 50. Cheias de relatos emocionantes e motivos diversos para amar correr. Esse é o Eu Amo Correr, da Editora MOL, um livro lindo, acabamento e diagramação de primeira, com conteúdo de qualidade e dicas úteis pra quem está começando ou para quem já é um adepto confesso de sair por aí com um tênis nos pés e muitos pensamentos na cabeça.

Na loja virtual da Banca do Bem, que vende os exemplares, dá pra comprar somente o livro Eu Amo Correr [R$ 43, valor com frete já incluído para qualquer lugar do Brasil] ou diversos combos da coleção Eu Amo, que ainda tem os livros Eu Amo Bike e livro Eu Amo Viajar.

E o mais legal é que todas as publicações da MOL têm contrapartida social, ou seja, parte da renda é doada a instituições e ajuda um monte de gente pelo Brasil todo.

Compre pra você ou como um presente especial para alguém especial. Vai ser sucesso na certa.

Leia também:

Treino de intensidade por Carla Credendio na Adidas Runbase

Leave a comment

Há tempos queria experimentar um treino feito somente com o peso do corpo. Nada de aparelhos, alteres, complicações. Sempre adorei a ideia de poder suar a camiseta e ter resultados sem depender de academias (apesar de frequentar uma, mas isso é tema pra outro post, mais pra frente). Mas também não recomendo que se saia por aí fazendo movimentos funcionais sem orientação. É preciso pelo menos conhecer a mecânica e aprender a executar os movimentos de forma correta para evitar lesões e não acabar se machucando sem querer.

Daí veio o convite super especial da Carla Credendio, personal especializada em treinos e circuitos funcionais e de calistenia (nome que se dá quando o corpo é usado como peso), para experimentar. “Uso a metodologia da Exos, onde não se treinam músculos isoladamente e sim movimentos. É um trabalho de corpo inteiro, todo integrado”, explica.

Carla dá aulas desde 2006. “Comecei a nadar com três anos e pratiquei diversas modalidades: triathlon, escalada, jiu-jitsu, boxe. Nunca fui muito fã de musculação, por isso desde cedo comecei a pesquisar sobre outros tipos de treinamento”. Um pouco depois de formada foi trabalhar com Luciano D’Elia, um dos precursores do treinamento funcional no Brasil, e não parou mais. Foi parceira de André Cunha, dono de uma das academias referência em treinamento funcional no país, a 4perform – onde ainda dá treinamentos com foco no público feminino.

[Como é o treino]

Cacá em ação: colocando a gente pra suar

Cacá em ação: colocando a meninada pra suar

A duração é de uma hora, dividida em: 1) preparação da fundação (exercícios focados em ombros, tronco, quadril) e exercícios corretivos que ajudam a escanear as assimetrias no corpo e corrigi-las; 2) preparação dos movimentos, trabalhando principalmente glúteos e integrando habilidades motoras, junto com exercícios de alongamento dinâmico; 3) treinamento de força multiplanar com movimentos, como puxar e empurrar, usando todo o corpo; e 4) desenvolvimento do sistema energético, onde entra o trabalho aeróbio – corrida, bike, corda.

Segundo Carla, as maiores vantagens deste tipo de treino são a baixa incidência de lesões, o desenvolvimento de um corpo simétrico, forte, e um alto gasto calórico. “Mesmo quando feito somente com o peso do corpo, em formato de circuito, são queimadas entre 600 e 900 calorias, dependendo da intensidade com que cada aluna treina”, conta. Os principais movimentos são agachamento, afundos pliométricos, saltos, corrida estacionária e abdominais.

Durante a nossa conversa, Carla ainda me deixou três conselhos especiais para quem quer ficar em forma: 1) ficar longe de besteiras como doces, frituras, refrigerantes e beber muita água; 2) treinar no mínino três vezes por semana, procurando a assessoria de bons profissionais e escolhendo uma atividade que te deixe feliz; e 3) não negligenciar o descanso, pois a recuperação faz parte do treinamento.

[Adidas RunBase]

Tudo isso aconteceu dentro do Adidas Runbase, espaço da marca esportiva que funciona como uma base de testes dos últimos tênis lançados aqui no Brasil. Estrategicamente localizado em uma das entradas da USP, conhecida por receber centenas de esportistas para treinos mais longos, o local virou QG de corredores de performance. Oferece banheiros com armários, testes de pisada, sombra e água fresca enquanto funcionários muito bem treinados, educados e simpáticos apresentam os produtos e nos lembram porque gostamos tanto do estilo Adidas de vestir e viver.

Adizero Adios Boost 2: fiquei apaixonada.

Adizero Adios Boost 2: fiquei apaixonada.

Além de ganhar uma camiseta linda, aproveitei para testar o Adizero Adios Boost 2, um dos modelos mais baixos da nova coleção feminina (eu e minha eterna busca por tênis que sejam próximos do estilo minimalista ou barefoot). Gostei muito: leve, não aperta o pé e tenho a impressão que poderia usá-lo sem meia, o que para mim é um diferencial.

Depois do treino ainda teve um pequeno brunch saudável – com barrinhas, suco e frutas frescas, papos legais e massagem rápida em cadeiras ergométricas. Que manhã. Só energia boa. Obrigada, Cacá!

Pra saber mais sobre Carla e seus treinos >>> O site dela será lançado em um mês e por lá será possível se cadastrar para participar dos treinos especiais, que devem se repetir na Adidas RunBase e em outros locais. Carla apresenta o programa AlphafitnessTV, sobre esportes, nutrição, treinos e saúde, que passa ao vivo pela internet na AlphaChannelTV, com episódios novos lançados a cada 15 dias, reprisados durante a semana em horários variados. Dá também pra seguir os perfis (Carla Credendio) no Instagram e no Facebook.

Adidas Runbase >>> Rua Engenheiro Teixeira Soares, 715, Butantã, São Paulo, SP. Funcionamento: de segunda a sexta, das 9h às 20h, e sábados, das 9h às 13h.

[clique nas imagens para ver maior]

::::::::

Leia também:

 

100 km em 22 dias: vamos juntos com a mamaefitness?

Leave a comment

Vocês já sabem que eu ando dando um gás na alimentação, com a história do teste do filtro, mas por outro lado estou decepcionando na parte de condicionamento. Estava precisando de um estímulo diferente para retomar minhas andanças e corridas matinais no parque.

Pois não é que vendo o meu Instagram hoje cedo me deparei com um desafio super legal da Mamãe Fitness? O objetivo é correr ou andar 100 km nos próximos 22 dias. As três pessoas que completarem primeiro a tarefa ganham mimos da blogueira que é um sucesso, com mais de 20 mil seguidores.

Mas como isso vai ser verificado? Fácil: por meio do aplicativo de celular Nike+ Running.

Para participar é preciso seguir a blogueira no Instagram, seguir também a marca que vai patrocinar os presentinhos para os ganhadores e adicionar o perfil dela (Simara SMS) no aplicativo e sebo nas canelas! :)

:::::::::

Leia também:

 

 

 

Caminhar é super alimento do mundo fitness, diz estudo

2 Comments

Talvez caminhar não esteja tão na moda quanto o CrossFit, não seja tão sexy quanto corridas de aventura e não eleve tanto o ego quanto um Ironman, mas para os experts em fitness – que enfatizam o movimento diário e uma vida ativa como sendo mais importantes do que treinos intensos e atletas de fim de semana – a caminhada é uma super star.

Para a cientista Katy Bowman, que escreveu o livro “Move your DNA: Restore your health through natural movement” (Mova o seu DNA: restabeleça sua saúde através do movimento natural, em tradução livre, sem edição em Português), andar é um imperativo biológico como se alimentar. Ela sugere que existem movimentos que nutrem, assim como existem nutrientes alimentares, que o corpo precisa. “Caminhar é um super alimento. É o movimento que define o ser humano“, diz Bowman, biomecânica baseada em Ventura, no estado americano da Califórnia. “É muito mais fácil se manter em movimento do que ir se exercitar.”

“Ativamente sedentários é uma nova categoria de pessoas que se exercitam por uma hora todos os dias mas passam o restante do seu dia sentados, sem se movimentar para quase nada”, diz ela. “Você não pode compensar 10 horas completamente parado com uma hora de exercícios”.

Em 2013, pesquisadores da University of Texas School of Public Health perguntaram a 218 maratonistas e meio-maratonistas como eram seu treinamento e seu tempo sentados. A média de treinamento era de 6,5 horas por semana e a média de tempo sentado era de 8 a 10,75 horas por dia, sugerindo que os corredores de distâncias menores eram ao mesmo tempo mais sedentários e ao mesmo tempo mais ativos.

Segundo Leslie Sansone, criador de um DVD que incentiva a adoção da caminhada como método para melhorar a qualidade de vida, muitas pessoas acreditam que passar horas gemendo na academia é a única maneira de ter um bom condicionamento físico. “Existe uma ideia de que se você não está, como no The Biggest Loser (reality show americano em que participantes bastante obesos disputam quem fica mais fit em alguns meses), vomitando e chorando, você não está ficando fit”.

Um outro estudo, agora com homens não obesos, publicado por cientistas da Indiana University no jornal Medicine & Science in Sports and Exercise, sugere que sessões de 5 minutos de caminhada realizados a cada hora que se vai ficar sentado (quando o tempo sentado é maior do que 3 horas) conseguem reverter os efeitos nocivos de ficar muito tempo parado para as artérias das pernas. Três quilômetros por hora é um bom começo, gradualmente aumentando até chegar a uma velocidade de aproximadamente 10 km/h, ou seja, uma caminhada bem acelerada.

Segundo a Dra. Carol Ewing Garber, presidente do American College of Sports Medicine (ACSM), a indicação de 10 mil passos por dia talvez seja muito alta para a maioria das pessoas. O mais correto seria colocar a média ideal em 7.500 passos. A recomendação da ACSM é de 150 minutos de atividade física por semana. Dra. Garber, que é professora de Ciências do Movimento da Columbia University, em Nova York, acrescenta que a pesquisa sugere que até mesmo uma curta e rápida sessão de exercícios provoca efeitos fisiológicos benéficos. Mas ela admite que a caminhada não faz tudo. É menos benéfico para os ossos do que correr, e para a força, é melhor levantar pesos. “Ainda assim,ela disse, “Se você tiver que escolher entre elas, deveria ficar com a caminhada.

[Matéria original em inglês]

::::::::

Leia também:

 

 

Corrida de rua: Track&Field Run Series Shopping Cidade Jardim

Leave a comment

É uma sensação diferente participar de uma prova que nos faz correr em lugares onde normalmente só passamos de carro ou transporte público. Até um pouco emocionante, eu diria. Isso foi o que senti ao participar da Track&Field Run Series Shopping Cidade Jardim no domingo 17 de agosto, muito bem organizada pela LatinSports (que é responsável por todo o circuito da marca e também pelo IronMan Brasil). A retirada do kit aconteceu nos três dias anteriores ao evento na loja da Track&Field do mesmo shopping. Tudo muito tranquilo.

Fui acompanhada de um casal de amigos – Andréa, colega de colégio, e Marcel, o marido dela – o que me motivou a participar e, principalmente, a levantar da cama às 5h30 da manhã de um dia frio para chegar no local do evento com tempo para estacionar, retirar/ajustar o chip no tênis e estar à postos na largada no horário de início: 7h.

O dia estava nublado, mas não choveu durante a prova. Talvez não fosse o clima ideal para apreciar a paisagem da imponente ponte Octávio Frias de Oliveira ou ponte estaiada, conhecida pela arquitetura suspensa suportada por grandes cabos e grande estrela do percurso, mas certamente a temperatura amena era perfeita para o esforço que todos faríamos quando fosse dada a largada.

E foi duro. Eu, que já estava com meus treinos defasados por conta de férias que se estenderam além da conta, sofri muito nas subidas da ponte – que não parecem, mas são bastante íngremes quando se está a pé. Em alguns curtos momentos precisei caminhar porque minhas coxas simplesmente travavam com o esforço. Isso fez com que meu tempo para os 5K subisse bastante: 38’28” (na prova do Circuito Vênus em junho meu tempo foi de 35’05”).

O resultado me decepcionou, mas sei que a culpa por não ter ido melhor foi totalmente minha. Pouco treino, pouca experiência com subidas. Sinceramente, sabendo da minha falta de preparação, fiquei feliz por terminar a prova.

A vantagem de circuitos como os da TFRS é que é possível fazer a prova novamente nos anos seguintes e ter um comparativo efetivo do seu desempenho. A ideia agora é treinar bastante para, no ano que vem se eu puder, correr novamente a mesma etapa e verificar se consegui melhorar.

:)

 

 

Leia também:

Corrida de rua: Circuito Vênus SP 2014

2 Comments

Apesar da previsão de sol, o domingo 1 de junho amanheceu nublado e com chuviscos. E frio, bem frio. Em plena recuperação de uma gripe, quando o alarme tocou 5h da madrugada precisei respirar fundo e pular da cama antes de deixar a vontade de ficar quentinha embaixo dos cobertores me dominar. Quem corre antes do sol nascer sabe do que estou falando, quem não corre consegue imaginar.

Era dia da edição 2014 do Circuito Vênus SP, patrocinada pela Gilette (que espertamente se aproveitou da coincidência de nomes com sua marca feminina de lâminas depilatórias para atingir seu público alvo). Eu estava um pouco nervosa, treinei em uma intensidade não muito alta nesse tempo que tive entre corridas. Minha última participação em provas de rua foi há cerca de dois meses: na W Run – no mesmo local, também muito bem organizada pela Iguana Sports. Naquele dia, corri a distância de 4K. No domingo, escolhi os 5K.

Cheguei ao Jóquei pouco antes das 7h. Como o horário oficial de largada era às 7h30, já fui para o local delimitado e fiz um aquecimento com movimentos funcionais leves. Estava garoando forte e a sensação térmica estava abaixo dos 15 ºC. Logo um grande mar de mulheres de todas as idades invadiu a avenida e, ao soar a sirene, lá fomos nós – cada uma atrás do seu objetivo pessoal.

Minhas dúvidas, de novo, eram: 1) se conseguiria ir até o final; 2) se completaria a prova sem caminhar. Sim, consegui vencer esses dois desafios e me senti extremamente feliz. Cruzei a linha de chegada muito cansada, com tempo líquido de 35’05” e pace médio de 7’01’ por quilômetro – fui a corredora 671 na classificação geral, 168 na categoria (de 40 a 49 anos) que tinha 580 participantes.

Achei um resultado digno para o meu nível iniciante de treino. A prova é uma das maiores (se não for a maior) organizadas exclusivamente para o público feminino no Brasil e deve reunir em torno de seis mil participantes. Claro que sempre é possível melhorar, no meu caso, ainda há muito a ser feito e acredito que o processo de emagrecimento ajude na medida em que, ao ficar cada vez mais leve, o esforço para correr diminui e resistência/velocidade aumentam.

Agora as principais metas passam a ser melhorar o tempo nos 5K e, depois disso, ir aumentando a distância para chegar aos 10K sem colocar o coração pra fora no final do percurso. Para isso continuarei confiando no cross training, que nada mais é do que praticar a corrida intercalada com outras modalidades como os movimentos funcionais, a natação e a musculação.

No final, adoro participar desses eventos especiais. É sempre divertido ver e estar no meio de um monte de gente que emana a mesma boa energia que você. A corrida tem esse poder e o mundo de quem pratica algum esporte com regularidade é um mundo mais azul, mais claro, mais cheio de vida. Vem também, vem. :)

::::::::

Leia também:

Virtuagym: app controla treinos e alimentação

1 Comment

Sou um tanto curiosa no que diz respeito a aplicativos para web ou celular que possam dar uma ajuda na hora de controlar as atividades que nos propomos para melhorar a qualidade de vida. Já testei alguns bem legais como o Runkeeper (que monitora treinos), o C25K (que ajuda a completar os primeiros 5K correndo) e o Daily Water (para lembrar de beber água).

Hoje eu queria dividir com vocês o que achei do VirtuaGym, um aplicativo para web que controla treinos aeróbicos e de força, além de monitorar (na versão paga) o seu plano alimentar. Duas coisas animam os participantes a seguir atrás de desafios: o ranking que mostra os 100 top usuários por mês e desde que o aplicativo foi criado em 2012; e um painel de badges, dadas aos participantes conforme atingem objetivos (parecido com o Foursquare ou o QuizUp).

Criado por desenvolvedores holandeses, a empresa é dirigida por gente muito jovem, quase todos baseados em Amsterdam. O inglês foi a língua oficial escolhida e por isso ainda são poucos os brasileiros cadastrados, além disso, ao contrário do restante do mundo, os brasileiros não costumam dar muito  pagar para que ter a versão mais completa (que eu tenho e é bem mais legal). Os pagantes, além de inserir sua dieta e cruzar esses dados com os de treinos (para consumir calorias e nutrientes de maneira mais balanceada segundo o que se escolheu), podem montar seus treinos e ter os exercícios exibidos no celular por meio do aplicativo disponível para iOS e Android.

É possível fazer o FitTest para mensurar sua condição física quando se inicia o uso e, a qualquer momento, para ter resultados comparativos. Esse mesmo teste determina sua idade metabólica, ou seja, quantos anos você tem baseados no seu preparo físico. O aplicativo também acompanha peso e medidas corporais, que ficam arquivados para consultas posteriores.

 

This slideshow requires JavaScript.

Na sua página você ainda pode publicar posts, como em um blog, que é acompanhado por quem visita seu perfil. Algumas das informações podem ter a privacidade modificada, mas o controle geral só existe para quem escolhe a versão paga, chamada de PRO.

Confesso que no começo achei que iria achar tudo um pouco chato, mas me envolvi com os desafios e estou completamente viciada. O efeito apareceu nos meus resultados, que foram melhorando com o passar dos meses.

Se cadastrar no VirtuaGym é bem fácil e rápido. A versão iOS está disponível no iTunes.

Alguém conhece ou já usa o aplicativo?

::::::::

Leia também:

Ballet supera natação em alguns benefícios ao corpo

2 Comments

Pesquisadores britânicos acabam de anunciar que o balé clássico traz mais benefícios ao corpo do que a até então imbatível natação. No estudo, os bailarinos participantes se mostraram mais fortes do que os nadadores. Também tiveram resultados superiores em testes de flexibilidade e equilíbrio. Até no quesito porcentagem de gordura corporal eles se saíram melhor do que o pessoal das piscinas.

A grande vantagem do balé, diz o estudo, é trabalhar os músculos sem encurtá-los, como faz a musculação, por exemplo. A dança também desenvolve a coordenação motora. Mas a natação ainda se mostrou superior em alguns aspectos como resistência, força nos músculos anteriores e posteriores.

Captura de tela 2014-04-14 16.33.18Sou seguidora de alguns perfis de qualidade de vida, esportes e alimentação saudável no Instagram. A receita de creme de papaya sem sorvete, super light e deliciosa veio de um deles, como já contei pra vocês por aqui.

Sou uma incentivadora da disseminação de boas fontes, de gente que passa informações que agregam valor à nossa vida. Hoje, a dica é o Instagram @panelaetenis, da Gigi Vilela, de onde vieram os dados sobre essa pesquisa. Vale seguir, se você curte o lado bom da vida.

::::::::

Leia também:

 

Circuito Vênus: inscrições abertas

Leave a comment

O Circuito Vênus, precursor das corridas de rua dirigidas exclusivamente ao público feminino, acaba de abrir as inscrições para sua edição 2014, com organização da Iguana Sports e realização em 1 de junho, no Jóquei (etapa de SP). A etapa RJ ainda não tem data e local definidos.

Os percursos são os mesmos: 5K e 10K. Surpreendentemente, o patrocinador – que se bem me lembro foi a Nike em todas as outras edições – agora é a Gillette, confirmando minhas suspeitas de que a P&G está querendo dominar o mundo junto com o Google… A cor da camiseta acompanhou a mudança e agora é azul (a segunda camiseta, de finisher, é cinza, mas só está incluída no kit mais caro). O primeiro lote tem preços que variam entre R$ 89 (luxo) e R$ 129 (super luxo). Assinantes do Sua Corrida têm desconto especial.

Sou fã confessa das corridas femininas, mesmo sabendo que os corredores que se denominam “de verdade” desprezam um pouco o conceito. Eu acho divertido. Sim, tenho como meta chegar às aclamadas meia maratonas, mas por que não aproveitar todo o caminho até lá da melhor maneira possível?

Então, se você pensa como eu, corra para fazer a sua inscrição porque normalmente as vagas esgotam bem antes da data limite. E no dia 1 de junho vem correr comigo.

::::::::

Leia também:

Dizer a si mesmo que vai conseguir ajuda na performance

Leave a comment

Mantras motivacionais têm poder e podem ajudar, de verdade, na melhora da performance esportiva. Dizer a você mesmo que não está tão cansado quanto pensa pode transformar essa afirmação em verdade, o que nos relembra que a comunicação do corpo com a mente é um assunto que apenas se começa a entender.

Isso é o que diz um novo estudo, publicado no Medicine & Science in Sports & Exercise, em que pesquisadores da Universidade de Kent, em Canterbury, Inglaterra, analisaram um grupo de 24 mulheres e homens jovens, saudáveis e fisicamente ativos perguntando a eles se estariam dispostos de pedalar uma bicicleta até o ponto de total exaustão.

A fadiga física é uma condição surpreendentemente enigmática. Os cientistas ainda não entendem por completo como o corpo sabe que já fez esforço suficiente. Muitos podem imaginar que a atividade cessa quando os músculos ficam sem combustível ou acabam os fluidos necessários para o seu funcionamento. Mas em estudos com roedores, mesmo depois de forçados a correr até cair, os cientistas descobriram reservas nos músculos dos animais. Fisiologicamente eles continuavam capazes de fazer mais exercícios, embora seus corpos não parecessem pensar o mesmo.

Tais experiências levaram alguns cientistas, recentemente, a propor uma nova teoria na relação entre exercícios e fadiga em que o cérebro, ao invés dos músculos, daria início ao processo de exaustão depois de receber e analisar dados enviados pelo corpo. Um elemento atrativo dessa teoria, muitas vezes chamado de modelo psicobiológico, é que ele permite um maior espaço de manobra. Se a exaustão é determinada pelo cérebro e é, em algum grau, subjetiva, então teoricamente os incentivos corretos durante o treino poderiam convencer o cérebro de que é possível ir mais longe ou se esforçar mais do que se imagina ser capaz ou do que o corpo parece permitir.

Essa possibilidade motivou 0 novo estudo, especificamente projetado para determinar se o autoencorajamento verbal durante o treino poderia afetar os cálculos da mente e evitar a fatiga.

Para testar a ideia os cientistas primeiro fizeram uma série de medições físicas nos voluntários para ser utilizadas como base. Depois, durante sessões individuais de laboratório, os voluntários pedalaram uma bicicleta ergométrica computadorizada usando 80% de sua – já pré determinada – máxima força até sentir que não poderiam mais pedalar e desistissem. Durante o processo, foram mensurados batimentos cardíacos, força de pedalada e ritmo (pace). Com eletrodos fixados na testa e bochechas dos ciclistas, os pesquisadores também monitoraram suas contrações musculares faciais, aceitas como um indicador psicológico de aumento do esforço físico, e perguntaram diversas vezes a eles durante e após a conclusão do exercício quão difícil o exercício parecia, em uma escala de zero a 10.

Uma vez que as medições foram anotadas, eles foram divididos aleatoriamente em dois grupos. A um dos grupos foi pedido que continuasse com sua rotina normal de exercícios pelas próximas duas semanas. Os voluntários do outro grupo foram treinados em “self-talk” (falar consigo mesmo, em tradução literal), o tipo de brincadeira – em voz alta ou silenciosa – que muitos atletas usam durante treinos para se motivar.

Para a maioria de nós, self-talk é algo casual e, quando se torna uma obrigação, pode ser desmotivador. No caso do estudo, entretanto, os voluntários escolhidos aprenderam como fazê-lo de uma forma encorajadora com frases previamente escolhidas pelos psicólogos – como “Você está indo bem” – ou outra opção utilizada pelos voluntários em treinos passados. As frases deveriam então ser repetidas com frequência durante seus treinos nas duas semanas seguintes.

Depois dos 15 dias, cada grupo voltou para o laboratório e foi submetido a outro teste de ciclismo até a exaustão, durante o qual os voluntários do grupo de self-talk continuaram a repetir seus mantras; alguns em voz alta, alguns em silêncio. Depois disso ficou claro para os pesquisadores que o self-talk reforçou os sentidos e a performance dos atletas. O grupo que falou consigo mesmo pedalou muito mais antes de sucumbir à exaustão do que os outros ciclistas, informando que o exercício pareceu mais fácil mesmo que seus ritmos cardíacos e expressões faciais tenham sido as mesmas do primeiro teste, o que significa que a exaustão física aconteceu da mesma maneira – a diferença é que eles se sentiram bem por mais tempo e não pararam no mesmo ponto. Os ciclistas do outro grupo, por sua vez, repetiram em sua maioria as performances de antes, pedalando por aproximadamente o mesmo tempo antes de desistir e sentir o grau de desconforto do primeiro teste.

O principal resultado foi o de que falar consigo mesmo de forma motivacional é melhor que não falar. Mas uma leitura mais aprofundada dos dados fortalece a ideia de que a exaustão física se desenvolve, em um grau considerável, na mente. Se o ponto no tempo em que as pessoas deixam de se exercitar fosse determinado apenas biologicamente, o self-talk não faria nenhuma diferença – mas fez.

Para ser eficaz, porém, o self-talk deve ser consistente, segundo os pesquisadores. O melhor seria incorporar frases que nos encorajam e repeti-las sempre, inclusive de forma sistemática, em treinos ou competições que se participe.

Ou seja, escolha a sua frase de incentivo e use nos seus treinos a partir de agora!

© monica march

© monica march

Fonte: The New York Times

::::::::

Leia também:

W Run 2014: volta às corridas de rua

Leave a comment

Hoje foi um dia especial. Depois de muitos anos sem correr em provas de rua (e em qualquer outro lugar também…), fiz minha primeira participação – modesta, é verdade – no percurso de 4K da W Run, muito bem organizada pela Iguana Sports (por favor, me contratem, amo tudo o que vocês fazem!).

Retirei o kit lindo ontem durante o evento pré-prova que já é um capítulo à parte. As meninas aproveitam para fazer massagens gratuitas, comprar produtos de marcas esportivas com descontos especiais, tirar fotos e participar de diversas atividades físicas como aulas de zumba e de samba. Aproveitei para me divertir observando a alegria que envolve o mundo da corrida. É uma delícia.

A prova começou perto das 7h30 num mar rosa sem fim. Pensei que fosse morrer perto da subida do túnel que passa por baixo da Avenida Francisco Morato, mas parece que os meses de musculação e natação ajudaram no processo e segui em frente.

Sempre que pensava em caminhar, dizia a mim mesma que conseguiria correr – mesmo que um pouco mais devagar – por todo o percurso. O último quilômetro foi bem sofrido. O sol já estava bem mais alto e consequentemente mais quente. Mas quando vi o pórtico de chegada, e entendi que estava prestes a completar o meu primeiro desafio, acelerei um pouco mais.

Nem sei de onde veio a energia, mas lembrei de tantas histórias que li e contavam sobre esse gás na hora de finalizar uma prova. Foram apenas 4K, mas eu me emocionei por ter conseguido dar esse passo tão importante para mim.

Meu tempo não foi algo maravilhoso, 29’19”, algo como um pace de 7’29”, mas só de saber que fui até o final sem deixar de acreditar em momento algum acho que valeu. Agora o foco é uma corrida de 5K e melhorar o tempo nessa distância inicial.

No final entendi que posso fazer melhor se continuar me dedicando aos treinos, que estou no caminho certo. E que qualquer pessoa também pode, se realmente quiser.

::::::::

Leia também:

Aniversário do blog Divas que Correm

Leave a comment

8 de março, Dia Internacional da Mulher, dia de comemorar a força feminina e seu poder de transformar o mundo para melhor. Eu acredito nisso e tenho certeza de que vocês, bonitas que seguem o Segredos de Liquidificador, também acreditam.

Para começar bem, hoje foi dia de comemorar junto com a Giselli Souza e um tantão de gente linda, o primeiro aniversário do Divas que Correm, um de meus blogs favoritos quando o assunto é corrida. A Gi é uma jornalista de mão cheia, escreve super bem e fala com a gente de igual para igual em posts simples e com muita informação útil. Além de tudo, é uma simpatia. Foi delicioso participar do evento e conhecê-la pessoalmente depois de tanto tempo lendo suas publicações na web.

Mesmo com chuva forte antes e durante o encontro, mais de 250 pessoas compareceram. Um grande sucesso. Saímos pouco depois das 8h da Praça do Relógio, na USP, para caminhar ou correr pelas ruas da universidade, que fica no bairro paulistano do Butantã. Na volta comemos bolo e mini cupcakes deliciosos, recebemos um kit especial com uma medalhinha linda e mimos. Algumas sortudas (tipo eu!) ainda receberam brindes especiais oferecidos por algumas marcas e sorteados ao final do evento.

Não deu pra levar a câmera, mas registrei alguns momentos e detalhes com o bom e velho celular. Curta um pouco da festa!

Dica quente: gostou da camiseta rosa tudo-de-bom? Vai estar à venda no Divas a partir desta segunda-feira, 10 de março. Corre lá e pede logo a sua! ;-)