Correndo com os quenianos: segredos de um povo de campeões

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Correndo com os quenianos: leitura inspiradora para quem corre ou quer começar a correr

Correndo com os quenianos: leitura inspiradora para quem corre ou quer começar a correr. Comprei o meu via Amazon.com por U$ 22 incluindo o frete.

Os quenianos vêm, ano após ano, mostrando sua superioridade no que diz respeito à corrida. Eles são rápidos e resistentes, o que os coloca nos primeiros lugares de pódios dos mais diversos percursos – com destaque para distâncias de fundo, de 1.500 metros a 41.2 quilômetros.

Os segredos desse povo de corredores é o tema do ótimo livro “Running with the Kenyans: discovering the secretes of the fastest people on Earth” (sem tradução editada para português, mas cuja tradução literal é “Correndo com os quenianos: descobrindo os segredos do povo mais rápido da Terra”) de Adharanand Finn.

Apaixonado por corrida desde muito jovem, o autor britânico conta sua jornada nos campos de treinamento quenianos inspirando os leitores a experimentar os métodos que transformaram esse país africano em referência quando o assunto é correr.

Animado com mudança em sua corrida quando ele experimenta o método minimalista – que prega o não uso de tênis de corrida com amortecimento e incentiva somente o uso de sapatos que protegem os pés sem dar nenhum tipo de amortecimento, Finn descobre o primeiro e importante segredo dos quenianos: a prática do correr descalço ou barefoot (algo comum no Quênia quando se é criança, onde se cresce em ambientes pobres e sapatos são considerados um luxo) corrige a postura e faz com que a biomecânica do corpo funcione perfeitamente, mesmo depois que se passa a correr com tênis.

Em sua estadia de um ano com a mulher e os filhos no Quênia, aprende as técnicas de corrida, treina com seus ídolos (muitos deles campeões olímpicos), faz amizades especiais e conta suas aventuras.

Um livro que emociona e ensina lições importantes sobre a corrida e, mais do que tudo, sobre a vida.

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Monitor cardíaco, esse lindo

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Sem ele também é possível fazer atividade física, melhorar o condicionamento e perder peso. Mas quando o monitor cardíaco (ou frequencímetro) está na jogada, tudo fica muito mais eficiente. Resultado: você alcança seus objetivos com mais rapidez e menos sofrimento.

O funcionamento desse aparelhinho mágico é super simples: uma faixa presa abaixo do peito monitora os batimentos cardíacos (heart rate) e nos informa, no relógio de pulso que acompanha o kit, se estamos dentro do percentual de esforço que precisamos manter. Por exemplo, se você tem como objetivo emagrecer e – para isso – sua frequência cardíaca deve estar entre 70% e 80% de seu máximo, o frequencímetro mostra se você está ou não dentro dessa faixa de esforço.

Os modelos vão desde os mais básicos até os super tops, que possuem GPS, fazem back up automático de informações e permitem monitorar mais de uma pessoa ao mesmo tempo, mesmo com treinos diferentes. Os preços variam na mesma curva: é possível encontrar modelos entre R$ 300 e R$ 2500. Meu objeto de desejo é uma dessas super máquinas da Garmin ou da Suunto, mas por enquanto eles só aparecem nos meus sonhos. :)

O meu é um dos mais simples da Polar, mas cumpre o seu papel. Tenho há muitos anos (desde quando corria, provavelmente séculos atrás…), ultimamente anda dando umas enlouquecidas (tá ficando velho, tadico), mas normalmente não me deixa na mão. Mede frequência cardíaca, se estou dentro da zona de esforço, calorias gastas, tempo e faz as vezes de relógio.

Esse é o meu. Simples, um dos modelos mais baratos da Polar. Quem sabe um dia eu consigo ter um mais top! :)

Kit de faixa de peito e relógio de monitoramento. Simples, um dos modelos mais básicos (e baratos) da Polar. Quem sabe um dia eu consigo ter um modelo mais top!   :-)

Durante as primeiras seis semanas de treino, não usei. Queria voltar devagar, sem estresse, e sei que quando coloco o bichinho no corpo não paro de olhar os números. Agora que já estou melhor condicionada, ele é meu grande parceiro nas caminhadas mais longas, quando preciso manter os batimentos na zona de perda de gordura. Eu corro ou caminho rápido conforme o apito do monitor.

Logo no primeiro dia em que comecei a usar foi batata: me cansei menos e o treino rendeu muito mais. Isso acontece porque, como ele se baseia no seu condicionamento cardíaco, você não se esforça nem menos e nem além do que precisa.

Se a ideia é melhorar a performance e a eficiência, acredito que esse seja um dos melhores investimentos que se pode fazer.

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Tênis: Mizuno Be, minimalista e lindo

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Inspirado nas sandálias Waraji usadas pelos soldados e samurais da era feudal japonesa, o tênis Mizuno Be segue a linha minimalista de calçados esportivos.

Fiz o teste em um treino no parque e adorei. A sola de EVA é bem baixinha, o que faz com que a pisada seja realizada de forma correta, com o meio do pé, automaticamente. Senti que protegeu meu pé da maneira ideal. A ventilação também é boa, provavelmente por conta do tecido, bem leve. Aliás, o peso é tão pouco que parece que não se está calçando nada.

Se você ainda não corre com tênis classificados como minimalistas, minha dica é usá-los no dia a dia para se adaptar ao solado e estimular os músculos e tendões, tanto dos pés quanto das pernas. O design desse modelo deixa os dedos salientes, estabilizando o corpo.

A marca informa que ele foi desenvolvido para ser usado quando não se está correndo, ou seja, se você usar para distâncias muito longas em asfalto talvez a durabilidade não seja das melhores (depois que tiver usado por mais tempo volto pra atualizar essa parte aqui no post).

Pra fazer agachamento também amei. Dá firmeza e ajuda na postura correta.

Comprei no site da Netshoes por R$ 199 (estava em oferta). Comprei o cinza escuro, mas se pudesse comprava um de cada cor! Ah, importante: a forma é bem justa por isso recomendo que se compre um número acima do que se usa normalmente. Eu visto 37, comprei 38 e ficou certinho, quase que apertado.

Veja as fotos e a ficha técnica do Mizuno Be.

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  • Nome:  Mizuno Be
  • Gênero:  Feminino
  • Indicado para: Corrida, Dia a Dia
  • Categoria: Minimalista
  • Terreno: Rua ou Esteira
  • Material: Tecido
  • Pisada: Neutra
  • Composição: Parte superior (cabedal): em Mesh com Suede sintético.Entressola: em EVA com tecnologia AP+ que é mais leve e com maior efetividade de amortecimento.Solado: em Borracha.
  • Peso: 200 g
  • Garantia do Fabricante: Contra Defeito de Fabricação
  • Origem:  Importado

Boas compras: lipbalm Labot

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Sempre que descubro um produto novo, que tem a ver com minhas novas escolhas de vida e gosto, publico aqui no blog pra dividir com vocês os benefícios que ele me trouxe. Assim penso que ajudo a disseminar aquilo que faz bem e as empresas que se preocupam com a gente, ao invés de somente visar lucro.

Depois de testar por algumas semanas os lipbalms – também conhecidos como protetores labiais – da Labot posso dizer que estou apaixonada. Eles são cremosos sem ser grudentos, têm perfumes suaves e deliciosos, e (mais importante de tudo) cumprem aquilo que prometem usando apenas ingredientes naturais. Nada de parabenos, nada de zilhões de químicas desconhecidas.

Olha a carinha deles:

Linha de lipbalms da Labot

A linha – chamada de LIPX – tem três produtos que podem ser usados em conjunto ou separadamente, dependendo do que você procura. O Moisturizing Lipbutter tem ação super hidratante, para hidratar lábios muito ressecados ou que se ressecam com facilidade. Foi o primeiro que testei e o resultado me surpreendeu. Em alguns dias minha boca, que estava em um estado deplorável por conta do vento frio, ganhou maciez e até uma cor diferente. O aroma é floral e a hidratação do óleo de coco presente na fórmula garante proteção para o dia a dia. Uma dica legal é usá-lo como primer, aplicando uma camada fina um pouco antes do batom, o que evita aqueles acúmulos nas partes mais ressecadas e faz a maquiagem durar mais tempo.

Resolvi então testar o Polish Lipbutter, indicado para uso durante a noite, por conta de seus princípios esfoliantes que ajudam a acabar com aquelas peles soltas que sobram em lábios ressecados como estavam os meus. Usei por dois dias seguidos, alternando com o primeiro e – confesso que fiquei surpresa – quando passava os dedos sobre os meus lábios as peles se soltavam facilmente, deixando minha boca como nova.

Minha última escolha acabou se tornando o meu favorito: o Salve Lipbutter. Seu efeito calmante trata os lábios e sua textura leve me encantaram. A formulação leva óleo de argan – um dos queridinhos da cosmética por suas propriedades reestruturadoras e antiinflamatórias – e manteiga de abacate, que protege contra os temidos radicais livres e ajuda a repor a barreira epidérmica da sensível pele dos lábios.

Nas fotos abaixo (tiradas com celular, me deem um desconto, ok?) você confere o antes e depois.

Antes: meus lábios extremamente ressecados, com fissuras e peles soltas.

Antes: meus lábios extremamente ressecados, com fissuras e peles soltas.

Depois: pele recuperada, volume e maciez.

Depois: pele recuperada, volume e maciez.

O valor de um bastão é R$ 21. Um pouco salgado, principalmente porque a empresa fica fora de São Paulo e cobra frete para enviar os produtos. Mas mesmo assim os considero um “must have“.

Melhor de tudo: nem as matérias-primas nem os produtos da marca são testados em animais! Totalmente “cruelty free“. Não é sensacional?

Para comprar visite o site da Labot em http://labot.com.br/loja/

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Boas compras: corta-vento pra não passar frio

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Acordar cedo faz parte da minha vida desde que sou criança. Ou seja, muito tempo. Mesmo gostando bastante e sendo uma pessoa basicamente “diurna”, nunca gostei muito daquele ventinho fresco do começo das manhãs. No rosto tudo bem, mas sou meio friorenta.

Uma de minhas principais desculpas para não ir ao parque caminhar logo cedo era exatamente essa: eu não queria passar frio até que meu corpo estivesse aquecido o suficiente, então pensava: “melhor esperar até esquentar um pouco mais”. Daí esquentava, mas logo ficava quente demais para fazer exercícios de forma confortável. E eu acabava ficando em casa e postergando essa parte tão importante do meu programa de emagrecimento.

Decidi resolver isso indo atrás de um agasalho corta-vento, conhecido também pelo nome em inglês – wind breaker, mas precisava de algo que eu pudesse pagar. Aqui no Brasil esse tipo de agasalho custa bem caro, perto de R$ 300, quando nos Estados Unidos você encontra por menos de $ 100 (se puder trazer de fora, vale muito a pena). Comecei a pesquisar e acabei encontrando um em oferta de uma boa marca (existem várias no mercado), leve, impermeável, com capuz, bolsos externos e internos.

De repente o grande obstáculo foi superado e eu comecei a acordar cedo, vestir meu corta-vento e ir ao parque todas as manhãs. Até chuva tomei com ele e voltei sequinha pra casa.

Fez toda a diferença. Foi minha melhor compra dos últimos tempos.

Esse foi o modelo e cor de corta-vento que comprei.

Esse foi o modelo e cor de corta-vento que comprei. Dei sorte e encontrei uma boa oferta. Tem uma gola mais alta e não me aperta.

O capuz protege a cabeça quando chove ou o frio está mais forte. Esquenta mesmo.

O capuz protege a cabeça quando chove ou o vento/frio está mais forte. Esquenta mesmo. Quando estou caminhando rápido fico suando, independente do frio que faz do lado de fora.

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