Eu Amo Correr: livro de relatos e dicas pra quem curte corrida

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Um livro que conta histórias de apaixonados por corrida. São 50. Cheias de relatos emocionantes e motivos diversos para amar correr. Esse é o Eu Amo Correr, da Editora MOL, um livro lindo, acabamento e diagramação de primeira, com conteúdo de qualidade e dicas úteis pra quem está começando ou para quem já é um adepto confesso de sair por aí com um tênis nos pés e muitos pensamentos na cabeça.

Na loja virtual da Banca do Bem, que vende os exemplares, dá pra comprar somente o livro Eu Amo Correr [R$ 43, valor com frete já incluído para qualquer lugar do Brasil] ou diversos combos da coleção Eu Amo, que ainda tem os livros Eu Amo Bike e livro Eu Amo Viajar.

E o mais legal é que todas as publicações da MOL têm contrapartida social, ou seja, parte da renda é doada a instituições e ajuda um monte de gente pelo Brasil todo.

Compre pra você ou como um presente especial para alguém especial. Vai ser sucesso na certa.

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Do que eu falo quando eu falo de corrida: sofrer é opcional

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Haruki Murakami ficou mundialmente conhecido ao escrever romances como 1Q84, Minha Querida Sputinik e Norwegian Wood, traduzidos em quase 40 línguas. Do que eu falo quando eu falo de corrida é uma faceta totalmente diferente do escritor japonês, que antes de se dedicar somente à literatura foi dono de um bar de jazz em Tóquio.

O livro conta as impressões de Murakami sobre a corrida, esporte que passou a praticar para se manter em forma, e como os treinos duros, a força de vontade e a tentativa de superar as próprias marcas influenciaram a sua obra e sua vida.

Sofrer é opcional, diz Haruki MurakamiA identificação foi tão grande que, apenas um ano mais tarde, fez sozinho o trajeto de 42.125 metros que deu nome ao percurso mais longo das corridas de fundo – entre a capital Atenas e a cidade de Maratona, na Grécia.

Enquanto seus livros conquistavam leitores em todo o mundo, virou maratonista e triatleta.

O texto aqui é rápido e fácil, ferramenta que ajudou o escritor a se tornar um sucesso. Murakami sabe escolher palavras e seu texto flui. Fiquei apaixonada. Claro que é preciso dar o crédito ao tradutor, afinal o texto original é em Japonês. A tradução de Cássio de Arantes Leite com publicacão da editora Alfaguara ficou sensacional. Coisa rara por aqui. Deu gosto de ler.

Para quem curte corrida e gosta de um livro muito bem escrito, recomendo demais. Então venha comigo. Como bem diz o próprio autor, para seguir em frente, é preciso manter o ritmo.

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Correndo com os quenianos: segredos de um povo de campeões

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Correndo com os quenianos: leitura inspiradora para quem corre ou quer começar a correr

Correndo com os quenianos: leitura inspiradora para quem corre ou quer começar a correr. Comprei o meu via Amazon.com por U$ 22 incluindo o frete.

Os quenianos vêm, ano após ano, mostrando sua superioridade no que diz respeito à corrida. Eles são rápidos e resistentes, o que os coloca nos primeiros lugares de pódios dos mais diversos percursos – com destaque para distâncias de fundo, de 1.500 metros a 41.2 quilômetros.

Os segredos desse povo de corredores é o tema do ótimo livro “Running with the Kenyans: discovering the secretes of the fastest people on Earth” (sem tradução editada para português, mas cuja tradução literal é “Correndo com os quenianos: descobrindo os segredos do povo mais rápido da Terra”) de Adharanand Finn.

Apaixonado por corrida desde muito jovem, o autor britânico conta sua jornada nos campos de treinamento quenianos inspirando os leitores a experimentar os métodos que transformaram esse país africano em referência quando o assunto é correr.

Animado com mudança em sua corrida quando ele experimenta o método minimalista – que prega o não uso de tênis de corrida com amortecimento e incentiva somente o uso de sapatos que protegem os pés sem dar nenhum tipo de amortecimento, Finn descobre o primeiro e importante segredo dos quenianos: a prática do correr descalço ou barefoot (algo comum no Quênia quando se é criança, onde se cresce em ambientes pobres e sapatos são considerados um luxo) corrige a postura e faz com que a biomecânica do corpo funcione perfeitamente, mesmo depois que se passa a correr com tênis.

Em sua estadia de um ano com a mulher e os filhos no Quênia, aprende as técnicas de corrida, treina com seus ídolos (muitos deles campeões olímpicos), faz amizades especiais e conta suas aventuras.

Um livro que emociona e ensina lições importantes sobre a corrida e, mais do que tudo, sobre a vida.

Eu Maior: o filme que todos deveriam assistir

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Nos tempos de hoje, em que ter e fazer parecem estar tomando conta do mundo, o documentário Eu Maior vai tentar entender e encontrar sentidos para o ser.

Sensível e sem se ligar a preceitos religiosos, o filme mostra a visão de filósofos, pensadores, mestres, cientistas, psiquiatras, figuras públicas e do cenário cultural brasileiro sobre “ser”. Um filme sobre autoconhecimento e busca da felicidade.

Quando se quer realmente mudar, é preciso entender quem é você. Mesmo que isso seja um caminho que dura a vida inteira.

Não perca. De verdade.

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Crise de obesidade mundial esconde problema maior?

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Como um jovem cirurgião, Peter Attia, sentiu desprezo por uma paciente com diabetes. Ela estava acima do peso, pensou ele, e portanto era responsável pelo fato de precisar amputar o pé. Mas anos mais tarde, Attia recebeu uma surpresa médica desagradável que o fez pensar: será que nosso entendimento da diabetes está correto? Será que o que vem antes da diabetes poderia estar causando a obesidade e não o contrário? Uma visão de como suposições podem estar nos conduzindo a apostar na guerra médica errada.

Se tiver tempo, assista e entenda um pouco melhor a síndrome metabólica – um problema de saúde pública que cresce dia a dia e que pode ser a origem de graves doenças como a obesidade.

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